sábado, 23 de abril de 2016

Seis curiosidades sexuais sobre personagens históricos

Poder e sexo sempre estiveram intimamente ligados ao longo da história e existiram inúmeros personagens que não conseguiram manter sua intimidade limitada às quatro paredes. Devido à falta de discrição e decoro, as façanhas deles se tornaram de domínio público e são famosas até hoje. Os exemplos abundam, sendo os  casos citados nessa postagem apenas alguns exemplos aleatórios.


1 - A morte de Fernando II de Aragão
Fernando II
Quando Isabel, a católica, morreu em 1504, seu marido, Fernando foi nomeado regente de Castela, mas grande parte da nobreza castelhana se aglutinou ao redor de Filipe, o Formoso, marido de sua filha Joana, fazendo com que ele renunciasse ao poder para evitar um confronto armado. Pelo tratado intitulado concórdia de Villafáfila (1506), Fernando se retirou para Aragão e Filipe foi proclamado rei de Castela como Filipe I.

Esperando ainda ter um herdeiro varão para herdar a coroa aragonesa, Fernando se casou em 1505 com Germana de Foix, de apenas 16 anos, descendente dos condes de Foix e neta da rainha Leonor de Navarra.

Aconteceu, porém, que Filipe morreu jovem, e sua esposa, Joana, a Louca, foi declarada incapacitada para governar. Fernando então  tornou-se o regente de Castela, de modo que o assunto foi resolvido.

Mas o problema foi que  Germana continuou a exigir o cumprimento das obrigações sexuais ao já sexagenário Fernando, de modo que este teve de recorrer aos testículos de touro para estimular o seu apetite sexual.

Porém, o remédio parece não ter funcionado, e o monarca, sobrecarregado pelas exigências de sua jovem esposa, recorreu à cantárida (Lytta vesicatoria), um inseto que vive em algumas árvores e cujo corpo contém uma substância que geralmente provoca a dilatação dos vasos sanguíneos (o mesmo efeito do Viagra moderno). Os efeitos vasodilatadores da cantárida são gerais e podem causar hemorragias cerebrais. E foi isso o que aconteceu com Fernando, que morreu de um acidente vascular cerebral, não se sabe se no ato ou nas preliminares.
2 – O imoral Papa João XII

O papado de João XII é considerado um dos mais prejudiciais à Igreja Católica, por causa da pouca moral dele e dos seus numerosos escândalos sexuais, enquanto ele servia como chefe de Roma. Para começar, esse papa era apaixonado por jogos de azar, para os quais dedicava a maior parte do dia.
A residência Pontifícia de Latrão era frequentada por prostitutas, eunucos e escravos, num cenário de excessos e orgias no qual o pontífice se movia com muita destreza. Além disso, João XII era um homem completamente sem cultura, que nem mesmo dominava o latim.

Na noite de 14 de maio do ano 964, João XII teve o crânio esmagado a marteladas por um marido ciumento. Segundo a descrição do bispo João Crescêncio de Protus: “enquanto estava tendo relações sujas e ilícitas com uma matrona romana, o papa foi surpreendido pelo marido de sua amante em pleno ato.” 

3 – A insaciável rainha Nzinga
Nzinga
Após a morte do rei de Angola em 1624, sucedeu ao trono Nzinga Mbandi, sua irmã, que foi nomeada rainha no mesmo ano. Ela também  é conhecida pelos nomes de Jinga, Ginga, Rainha Dona Ana ou Rainha Zingua.

A rainha Zingua de Angola, que governou esse país no início do século XVII, passou para a história como uma ninfomaníaca exemplar. Ela mantinha um harém recheado de concidadãos para sua utilização única e exclusiva, e organizava lutas de morte entre eles, oferecendo seu corpo como prêmio para o campeão, que depois de uma noite inteira de serviços reais, também morria ao amanhecer.

Certa vez, ela decretou a morte de todas as mulheres grávidas em seu reino, porque não aceitava que qualquer uma de suas súditas tivesse feito um homem ejacular. Diz a história que esse comportamento durou até que de repente, a rainha  se converteu ao catolicismo, ao completar 77 anos, tal fato teria mudado completamente a perspectiva dela sobre a vida.


4 – As cartas amorosas de Dom Pedro I
É de conhecimento público o caso entre Dom Pedro I e Domitila de Castro, a marquesa de Santos. Mas que tal dar uma olhada nas cartas trocadas entre os dois? Em correspondências trocadas por ambos, D. Pedro assinava como “Demonão” ou “Fogo Foguinho”, ele desenhava o próprio pênis, às vezes ejaculando, e enviava pelos pubianos, considerados na época como prova de fidelidade.

“Nunca vi, nem em correspondências estrangeiras publicadas, cartas tão apaixonadas e derramadas. O tempo todo ele relembrava a vontade que tinha de estar nos braços dela ou as noites de prazer que passavam juntos. Quero ir aos cofres. Era essa a expressão que ele usava”, conta a historiadora Mary Del Priore.

5 – O casamento de Nero com seus noivos
Estupro de Prosérpina
O Estupro de Prosérpina, por Luca Giordano
Nero Cláudio César Augusto Germânico foi imperador romano entre 13 de outubro de 54 e 9 de junho de 68. Ele passou para a história pelas atrocidades (como matar sua mãe e suas esposas), por suas excentricidades e por ser responsável pelo incêndio de Roma (embora este último ponto seja uma inverdade). Outra grande paixão de Nero foram os efebos.

Esporo era um jovem de grande beleza que Nero se apaixonou à primeira vista porque ele tinha alguma semelhança com sua falecida esposa Sabina. Nero achava pouco mantê-lo apenas como um amante e decidiu casar-se com ele. Havia um porém: os casamentos entre homens eram proibidos em Roma. Assim, Esporo foi submetido a uma intervenção de mudança de sexo, ou seja, ele foi castrado. Quando se recuperou da cirurgia, Esporo foi vestido com as melhores roupas e  a cerimônia de casamento foi realizada. As festividades em honra dos recém-casados duraram vários dias e  as pessoas foram obrigada  a tratar Esporo como esposa do Imperador.

Pouco antes da morte de Nero, durante o festival das Calendas de Janeiro, Esporo o presenteou com um anel com uma gema cuja inscrição mostrava o Estupro de Prosérpina, que ao tempo foi considerado um dos muitos mau-augúrios sobre a queda de Nero. É notável que tal estória fale sobre um governante do submundo forçando uma jovem a tornar-se sua noiva.

Dióforo era um escravo liberto que, ao contrário de Esporo, fazia o papel do homem na sua relação com  Nero. Eles encenaram o casamento, no qual o imperador estava vestido com roupas femininas, e à noite, Nero representou a consumação do casamento imitando os gemidos de uma noiva virgem em sua noite de núpcias.

6 - Félix Faure o presidente que morreu feliz
Félix Faure foi o sétimo presidente da França, mas ele é mais conhecido pela forma curiosa pela qual morreu, do que pelos seus atos em vida.
Faure morreu em 16 de fevereiro de 1899, de um acidente vascular cerebral ocorrido enquanto ele mantinha relações sexuais, no seu escritório, com sua amante, Marguerite Steinheil. Mais tarde, soube-se que Faure deu seu último suspiro enquanto Marguerite fazia sexo oral nele, sendo o fato muito ridicularizado pela impressa e pelos opositores políticos.

Marguerite ganhou o apelido de “la pompe funèbre” (a bomba fúnebre), e foram publicados vários artigos sobre vida pessoal dela, pela imprensa francesa.

fonte:http://kid-bentinho.blogspot.com.br/2015/07/curiosidades-sexuais-da-historia.html
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