sexta-feira, 8 de maio de 2015


7 MENTIRAS QUE OS HOMENS COSTUMAM CONTAR


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Hoje é dia primeiro de abril, ou seja, dia de contar mentiras diferentes das que costumamos contar no resto dos dias. Hoje, como acontece em todos os anos e como continuará a acontecer até que aconteça de verdade, dirão que o Silvio Santos morreu e que a Dilma caiu. Porém, com o intuito de ser diferente da maioria que mentirá, eu farei a mais verdadeira das postagens. Nela, sem me preocupar com o risco de ser considerado um traidor do meu próprio gênero, revelarei as mentiras obscuras e, às vezes, até necessárias, que os homens, sem moderação ou medo do crescimento nasal, contam por aí. Serei, ao gênero masculino, o mesmo que o Mister M representa aos mágicos: um “desmascarador”. No dia da mentira, eu, ironicamente, falarei apenas a verdade. Com vocês, as mentiras campeãs de aparição:

1. FOI CULPA DO ÁLCOOL

É claro que o álcool causa diversos males à saúde – inclusive a disfunção erétil -, porém, ele vem sendo usado como justificativa curinga para 99% dos casos de “pintomolescência” do universo. O cara broxou, obviamente, pois se cobrou demasiadamente, porém, sabe quem levou a culpa pelo pênis que, ao invés de duro, ficou mais mole do que uma geleca (brinquedo antigo)? O coitado do copo de uísque. O rapaz estava tão nervoso que, quando olhou para baixo, viu o pau se transformar em borracha. Mas quem acabou levando a culpa? Os dez copos de vodka que ele, o dono do pinto que murchou, nem sequer tomou. E o álcool, injustamente, não tem sido apenas acusado de ser o mais potente incitador de preguiças penianas. O álcool, todos os dias, leva a culpa por traições arquitetadas em momentos de total sobriedade, por amnésias forjadas pela vergonha, por frangas liberadas em locais públicos e pela escolha daquela que, no dia seguinte, por excesso de vaidade e escassez de dentes, ninguém quer assumir que pegou e – muito menos – que gostou das habilidades – se é que me entende – da banguela. Para qualquer arrependimento e cagada cometida, dizemos: “Eu estava bêbado!”. Não que a bebida não tenha o demoníaco potencial de nos fazer cometer loucuras, porém, justamente pelo conhecimento que temos da capacidade alucinante que o álcool possui, até depois de beber apenas um Yakult, colocamos a culpa toda no álcool.

2. ELA PARECIA UMA MODELO, MAS SUMIU!

“Vou até o banheiro e já volto.”. Vinte minutos depois, ele aparece sorridente e diz: “Você não vai acreditar, eu acabei de beijar uma mulher gatíssima! Bem parecida com a Angelina Jolie!”. Aí você pergunta: “E cadê ela?”. E ele, o candidato a Brad Pitt da noite, responde algo como: “Ela era muito grudenta. Dei um perdido nela.” Agora, por favor, responda-me: quem, em sã consciência ou mesmo à beira da total insanidade, daria um perdido em uma moça minimamente parecida com a Angelina Jolie, só por ela ser grudenta? Ok, mesmo que ela seja insuportavelmente melosa, que tenha mania de esmagar bolas de saco e que possua um bafo de Bubbaloo de atum, conhecendo – como só um homem pode conhecer – a cabeça masculina, tenho certeza que ele teria, no mínimo – para se gabar aos amigos – tirado uma foto dela. Porém, incrivelmente, o cover da Jolie nunca mais foi visto na balada. Ela simplesmente sumiu. E, depois dela, o cara que se transforma em Don Juan apenas quando vai ao banheiro, não conseguiu nada além de alguns foras e de um papo amigável – friendzone level máximo – com uma bêbada que sentou no sofá para descansar as pernas e para vomitar batata frita no chão. Como eu sei disso? Quando eu tinha uns 15 anos, depois de perceber que todos os meus amigos já tinham “pontuado” e que eu, tristemente, estava condenado a terminar “zerado” – como chamávamos o cara que não havia beijado na noite -, acabei, em um lugar muito escondido da festa, beijando uma mulher que era bem mais bonita do que a Scarlett Johansson. Pena que eu me esqueci de anotar o telefone dela, que na época meu celular não tinha câmera fotográfica, e que ela, misteriosamente, sumiu. Mas eu JURO que é verdade.

3. EU NUNCA BROXEI!

E, mais uma vez, uma mentira que dizemos para nos livrar da dor que sentimos quando o nosso próprio pinto resolve, em um momento bem mais importante do que a hora da punheta, nos desobedecer. Eu NUNCA broxei, mas eu imagino – só imagino – que seja tão algo tão frustrante quanto cantar no chuveiro, todos os dias, como um tenor e, bem na hora de mostrar o talento no Programa de Faustão, perceber que a voz não quer sair. Eu, apesar de NUNCA ter broxado, imagino que seja uma situação capaz de gerar uma sensação parecida com aquela que sente o adestrador ao perceber que o mais habilidoso dos seus cães, bem na hora em que ele mais quer impressionar alguém, resolveu desobedecer. A única diferença é que o adestrador, geralmente, fica puto quando o cachorro não quer se fingir de morto. Já o cara, quando broxa, fica nervoso porque o pau, nem com reza brava, para de se fingir de morto. Deve ser assim, imagino. Para aquela que tem um detector de mentiras, identificar um homem que já broxou é coisa mais fácil do que encontrar uma pomba no centro de São Paulo, porém, se tal identificação depender apenas da confissão honesta de algum homem, bem mais fácil do que achar um homem que assume que já broxou, será olhar para o céu e se deparar com um bando de araras-azuis especialistas em dançar coreografias da Anitta enquanto fumam cachimbos tricolores.

4. NÃO, AMOR, VOCÊ ESTÁ LINDA ASSIM!

Ela, vestindo um pano que a deixa muito parecida com um abajur de puteiro, depois de fazer o namorado esperar mais de uma hora em uma sala cheia de crianças possuídas pelo capeta, aparece e pergunta: “Você acha que estou feia vestida assim?”. E o cara, temendo pelo braço quebrado que a sinceridade pode causar e sabendo que não aguentará nem mais um minuto na companhia daquelas crianças diabólicas e do Zorra Total, obviamente, mente: “Não, amor, você está linda assim!”. Ou espera que ele assine o próprio atestado de óbito e diga algo arriscado e sincero, como: “Não gostei. Você ficou parecendo um bolinho Ana Maria!”. Então o homem mente, sorri e, bravamente, para que ninguém saia ferido, enfrenta a vergonha que sente ao caminhar de mãos dadas com aquele projeto de cupcake. “Brincadeira, amor, seu vestido é lindo! Só coloquei isso aqui para ter conteúdo pro post, tá?”

5. EU ESTAVA OLHANDO PARA OUTRO LUGAR!

O casal está tomando sorvete na praia quando, de repente, passa uma bunda “Shakiriana”. O cara, mesmo sem tirar os óculos escuros e sem sequer mover o pescoço, apenas mexendo os olhos, olha para as nádegas que desfilam quase na outra ponta da praia. Mas a mulher, por ter nascido com um radar especial para esse tipo de coisa, com os caninos afiados à mostra, pergunta: “Quer tirar uma foto e levar para casa?” E o homem, relembrando dos tapas que tomou da última vez que assumiu ter dado uma mísera olhadinha, diz: “Eu estava olhando para outro lugar!”. E ela, ainda mais puta, com ironia corrosiva na voz, pergunta: “Ah é? Para onde? Para a marquinha de biquíni daquela piranha siliconada?”. E o cara, amedrontado, usa toda a criatividade do mundo e, com intenção de tirar o foco da bunda, responde: “Não, amor, eu estava olhando para aquele menininho ali. Não acha que ele é parecido com o Macaulay Culkin?”. Aí, como a moça tem certeza para onde o namorado olhou, mas, infelizmente, não tem como provar, apenas faz um bico, fica em silêncio absoluto por cerca de 40 minutos e passa o resto da viagem utilizando a “olhadela” como Super Trunfo para vencer qualquer discussão – por exemplo: o cara diz: “Ah, amor, já comemos salada ontem e anteontem. Que tal comermos uma pizza hoje?”. Ela responde: “Não! Esqueceu que eu estou muito triste por você ter olhado aquela bunda? Vamos comer SA-LA-DA!”.

6. SÓ FUI AO PUTEIRO UMA VEZ, MAS NÃO COMI NINGUÉM!

Aposto que já ouviu essa. Acertei? Da mesma forma que o Bill Clinton só fumou maconha uma vez e que, na ocasião, ele nem sequer tragou. E que o vestido da Monica Lewinsky foi manchado com requeijão cremoso, os homens, todos eles, como se tivessem feito um pacto, afirmam que só foram ao puteiro uma vez, que aconteceu há muito tempo e que eles apenas beberam, divertiram-se, mas que não comeram ninguém por lá. Foi o argumento mais verossímil que encontramos para ficar entre a verdade que pode chocar: “Fui sim, várias vezes. Lá eu tinha – e ainda devo ter – duas garrafas de uísque e era chamado, pelas putas, de “Tesão”. E a mentira que, de tão forçada, dá na cara: “Puteiro? O que é isso? Mulheres dançando e oferecendo serviços sexuais? Nunca fui! Que nojo! Nunca passei nem perto. Só vi, uma vez, no Globo Repórter.”. Isso não quer dizer que ele ainda vá, porém, antes de você, ele com certeza já foi e pagou pelos serviços honestos de uma prostituta.

7. O PROBLEMA NÃO É VOCÊ, SOU EU!

“O problema não é você, sou eu”, é a afirmação mais usada como justificativa para términos de namoros e, acredite, em 90% dos casos, é tão verdadeira quanto a frase: “A culpa é da saia curta, não do estuprador”. Dizer que o problema que motivou a iniciativa de rompimento está totalmente ligado a ele, com certeza, é uma saída mentirosa e, de certa forma, covarde, que o homem encontrou para não dizer verdades extremamente dolorosas como: “Eu não aguento mais você!” ou “Eu estou apaixonado por outra!”. A mentira, em casos como este, é apenas um anestésico para a verdade que, como bem dizem por aí, dói.
http://superela.com/2014/04/01/7-mentiras-que-os-homens-costumam-contar/
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