sábado, 16 de novembro de 2013


8 coisas nojentas que estão dentro dos nossos corpos

Nós podemos nos arrumar bem, tomar banho regularmente, vestir roupas bonitas, aparar os cabelos e deixar as unhas bem cortadas, porém sempre haverá algo um tanto nojento dentro de nós. Não que isso seja algo ruim, muito pelo contrário: essas aparentes coisas desagradáveis do nosso organismo possuem suas funções (em alguns casos, quando não são agentes externos) e precisam existir para manter o funcionamento do corpo – mas não precisam ser nojentas, não é? Confiram algumas dessas características mais esquisitas:

8. Ácaros nos cílios

Por mais estranho que possa parecer, existem ácaros que vivem em seus cílios – e que aumentam de quantidade quando você fica mais velho, graças ao acréscimo de oleosidade da pele. Estima-se que os ácaros Demodex colonizam os cílios de mais de 80% das pessoas com mais de 60 anos.
Esses pequenos artrópodes são inofensivos, apesar de ser desagradável saber que existem alguns seres vivos habitando a área dos seus olhos. Os mais sensíveis podem ter alguns tipos de reações alérgicas, porém isso é bastante raro.

7. Cera de ouvido

As pessoas costumam gastar bastante dinheiro com a limpeza dos ouvidos, seja nos tradicionais cotonetes ou em tratamentos mais elaborados em casos de exagero de produção da substância cerosa. Porém, ela é algo natural produzido pelo próprio organismo e serve como meio de proteção aos organismos externos ou partículas de poeira que podem prejudicar o funcionamento da audição.
A cera também ajuda a lubrificar o ouvido e a mantê-lo saudável, já que possui propriedades antibacterianas. Então, por mais que seja algo um tanto nojento, ela é importante para o organismo e não é aconselhado que seja completamente removida.

6. Lipomas

Os lipomas são indesejáveis bolsas de gordura que se originam em nosso corpo. Apesar de ser algo benigno e não trazer complicações sérias, eles podem causar um grande incômodo estético e físico. Essas bolsinhas móveis de gordura elástica podem ser removidas com uma cirurgia considerada simples. Quando ocorrem em grande quantidade, é aconselhável procurar um tratamento mais específico.

5. Mucosa

Os populares “tatus” que muitos cutucam nos narizes são formados por um tipo de muco responsável por manter o local protegido de bactérias. Esse mesmo tipo de muco, formado por água e restos de glóbulos brancos, pode ser encontrado em outros locais do nosso corpo, como na boca, na garganta, nos pulmões e no intestino.
Apesar de serem nojentos, os mucos são essenciais para o funcionamento do corpo com sua função de lubrificante, além de também impedirem a ação de bactérias por serem pegajosos e grudarem nos agentes invasores – e são produzidos mesmo quando você não está com um resfriado.

4. Gases

O típico “pum” é algo comum a todos os seres humanos e a muitos tipos de animais – simplesmente não há como evitá-lo. Quando nós comemos, gases são originados durante a digestão e em um momento ou outro eles precisam ser expelidos para que o organismo funcione corretamente, já que ocupam espaço dentro de nós.
Os gases contêm quantidades de dióxido de carbono, oxigênio, nitrogênio, hidrogênio e metano – por isso que o cheiro deles não é muito agradável. Alguns tipos de alimentos, como feijão, os industrializados e os mais adocicados, podem produzir maiores quantidades de gases. Como se não bastasse, alguns indivíduos produzem mais gases de modo natural, independente do que comem.

3. Vômito

Um estômago de tamanho normal normalmente pode ser preenchido por aproximadamente um litro de alimentos mastigados e líquidos misturados – esticando-se conforme o volume de consumo. O vômito, composto por esses materiais, é controlado pelo cérebro e pode ser causado por uma série de fatores, como infeções, bactérias, comidas estragadas, doenças, entre outros.
Se você sente vontade de vomitar mas não o faz, o corpo lidará com o conteúdo indesejado do mesmo jeito. O estômago pode inchar e o vômito pode vazar para o organismo por rupturas no estômago, ocasionando sérios problemas. Vomitar não parece tão ruim agora, não é mesmo?

2. Cocô

Você come, bebe, anda pra lá, anda pra cá e produz fezes durante todo o dia. O organismo só precisa de algumas horas para extrair os nutrientes dos alimentos, criando as sobras que se transformam em fezes. O intestino delgado e grosso somam juntos mais de 7 metros de comprimento – com resíduos que ficam pelo caminho de toda essa extensão.
Quando os restos dos nutrientes não aproveitados são poucos, eles ficam por lá até adquirirem forma e poderem ser expelidos – em outras palavras, carregamos as sobras conosco diariamente aonde quer que formos. Eca!

1. Ácidos

Nosso sistema digestivo está repleto de sucos gástricos que são fundamentais para a boa digestão dos alimentos. O ácido do estômago, conhecido como ácido clorídrico, é bastante potente e suficientemente forte para dissolver pedaços de metal. E por que não fazemos isso com nosso próprio corpo? Porque as mucosas fabricadas pelo organismo impedem tal fato, já que protegem o corpo de ser danificado internamente.
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