segunda-feira, 24 de junho de 2013

Insônia crônica poderia ter matado Michael Jackson

Michael Jackson 1Se Michael Jackson não tivesse morrido de uma overdose do anestésico propofol, a falta de sono poderia ter sido fatal. A revelação foi feita esta quinta-feira, durante mais uma sessão do julgamento de uma ação proposta pela família contra a produtora AEG.


Dr. Charles Czeisler, especialista em doenças do sono da Universidade de Harvard (EUA), explicou que o rei do pop não dormia há 60 dias antes de morrer. As doses de propofol administradas ao cantor pelo seu médico, dr. Conrad Murray, durante 2 meses induziram Jackson a uma espécie de coma.
Antes de sua morte, Jackson já não conseguia fazer coreografias simples ou lembrar das lestras de suas músicas.
O dr. Czeisler afirmou ainda que seus sintomas eram "consistentes para alguém que sofria de um quadro de privação total de sono durante um período crônico".
Para Czeisler, Michael poderia morrer por falta de sono se o medicamento não o tivesse levado a óbito. O propofol tomado oelo cantor, que se queixava de constantes crises de insônias, apenas lhe dava uma falsa sensação de descanso.
“Seria como tomar pílulas de celulose em vez de se alimentar. O estômago estaria cheio, ele não sentiria fome, mas estaria totalmente desnutrido. Eu acredito que esse conjunto de fatores foi provavelmente a causa de sua morte”, testemunhou Czeisler.
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