quarta-feira, 26 de setembro de 2012

 CARACTERÍSTICAS DE MULHERES COM MAIS DE 1.000 ANOS DE IDADE.
     
 A menos que você seja fascinado por múmias, as belezas dos corpos bem conservados podem não ser interessantes para o seu ponto de vista. Mas, certamente, você pode apreciar a perna bem torneada de uma mulher da Idade do Bronze, a pele macia de uma mulher da Dinastia Han Ocidental, e o sorriso enigmático no rosto da avó do rei Tutancâmon. O truque para admirar a carne dessas mulheres – cada uma delas tem pelo menos um milênio de idade - é compará-las as suas colegas antigas e tentar imaginar como elas deveriam ser antes de terem ficado um pouco deformadas…


Rainha Anhapu manteve-se mumificada por mais de 1.000 anos, quando ela foi encontrada, junto com outros membros da realeza egípcia antiga no esconderijo de Deir al-Bahri, em 1881. Ela tinha uma coroa de flores ao redor de seu pescoço e estava usando uma intrincada trama de cabelo. Seus dentes brancos, cílios longos, testa baixa, olhos grandes, e maçãs do rosto proeminentes são remanescentes de sua beleza.


Foi somente em 2007 que essa múmia de 3.500 anos de idade sepultada no Vale do Egito dos Reisfoi identificada como sendo a rainha faraó Hatchepsut. Estátuas idealizadas retratavam a governante com uma barba falsa e seios obscurecidos. A análise de seus restos indica que ela tinha diabetes e artrite, e provavelmente morreu de câncer ósseo. Na aparência, ela era obesa e tinha dentes ruins. Enquanto seu sucessor tentou apagar todos os registros de seu reinado, a múmia real permanecia escondida e protegida. Ela tinha sido cuidadosamente embrulhada e as unhas de sua mão esquerda foram pintadas de vermelho e delineadas em preto.


Também conhecida como a “Princesa do Altai,” esta mulher de 2.500 anos de idade, foi descoberta na Sibéria em 1993. Embora o significado das tatuagens que se estendem pelos braços seja incerto, otema veado é repetido em seu caixão tronco de árvore. O cocar que ela estava usando e os bens sepultados com ela indicam um status elevado. As estepes frias da Rússia mantiveram preservada sua pele delicada, assim como seus ossos.


Como a esposa do governante de Dai durante a Dinastia Han, Xin Zhui levou uma vida de luxo há 2.000 anos na China. Sua vida terminou aos cinquenta anos de idade, porém seus privilégios não. Ela foi encontrada enrolada em vinte camadas de seda fina, submersa em um “elixir da imortalidade“, envolto em quatro caixões, cercada por cinco toneladas de carvão e enterrada a dezesseis metros no subsolo. O resultado é surpreendente. O corpo da “Senhora de Dai” foi declarado como a múmia mais bem preservada já vista, com o sangue liquefeito, órgãos que ainda estão intactos, e os membros que ainda são flexíveis.


Quando o egiptólogo GE Smith abriu a bem embalsamada múmia em 1909, ele soltou um pequeno elogio, chamando-a de “a menos desagradável” das múmias existentes do sexo feminino. Ela tinha grande cuidado em sua aparência, como indicado por seu estilo de cabelo e pela forma remanescente da joia com a qual ela foi adornada. Agora, compreensivelmente, achatados, os seios obviamente ofereciam uma clivagem ampla durante sua vida relativamente breve de 3.600 anos atrás.


Trabalhadores de escavação de turfa, na Dinamarca descobriram este corpo de 2.700 anos de idade, em 1947. Eles danificaram a cabeça com suas pás, privando-nos de olhar para o rosto dela, e os pesquisadores não foram capazes de determinar a causa da morte. Como outros corpos do pântano, a Mulher Borremose (nomeada pelo local em que ela foi encontrada) pode ter sido uma vítima sacrificial. Se assim for, ela foi tratada com cuidado após a morte, sendo enrolada em um cobertor grande de lã. Foi à ação do tanino que preservou seus traços contemporâneos da Idade do Bronze, sua pele está tão bem conservada que ainda possui impressões digitais.


O corpo de uma mulher egípcia de 3.000 anos de idade recebeu o melhor tratamento que a 21ª dinastia poderia oferecer, incluindo pintura com a cor tipicamente feminina de amarelo ocre. A conservação pretendia deixar seu olhar tão natural quanto possível, e sua qualidade reflete seu status elevado como uma sacerdotisa. Seus embalsamadores tomaram muito cuidado ao remover e substituir seus órgãos através de uma incisão em seu abdômen, enquanto outros cortes permitiam que seu abdômen, costas, braços e pernas fossem cuidadosamente preenchidos. Foi dada especial atenção à aparência de seus olhos, e seu pescoço estava protegido com roupa de tal forma que até hoje ele permanece escultural.


Esta mulher, escavada a partir da Região Autônoma de Xinjiang Uygur, na China, ainda vira cabeças depois de 3.800 anos. Ela é uma das várias múmias misteriosas em uma exposição chamada “Os segredos da Rota da Seda”, que têm características ocidentais inexplicáveis. Apesar de sua origem e identidade serem desconhecidas, seu nariz longo se destaca no perfil particularmente bem preservado.


A chamada “Elder Lady” sobreviveu por mais de três milênios, com a cabeça cheia de cabelos ruivos caindo sobre os ombros. Uma mecha de cabelo como esta foi encontrada no túmulo do rei Tutancâmon. A recordação foi mantida em um caixão pequeno dedicado a sua amada avó, a rainha Tiye. Um exame de DNA feito entre o cabelo encontrado no caixão e o da múmia confirmou a relação entre ambos em 2010.


O casal de idosos Yuya e Thuya eram cortesões no Egito 3.800 anos atrás. Thuya ainda demonstra um sorriso enigmático que encanta o espectador e esconde seus segredos. As duas múmias permaneceram notavelmente bem preservadas. Seu túmulo é considerado um dos mais espetaculares já encontrados no Vale dos Reis – até a descoberta do túmulo de seu bisneto, o rei Tutancâmon.
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