domingo, 10 de junho de 2012


Síndrome De Proteus


Sain Mumtaz sindrome proteus 02 Síndrome de Proteus
Dizem que Joseph Merrick -mais conhecido como homem-elefante-, apesar da aparência monstruosa, era um homem de fino trato e muito gentil. Ao que parece o contraste também é notado no jovem paquistanês Sain Mumtaz, o homem elefante da atualidade. Sain, de 22 anos, nasceu nos arredores da cidade paquistanesa de Lahore e também sofre da síndrome de Proteus, o que fez com que sua cabeça crescesse de forma desproporcional.
Embora os amigos já vejam Sain como uma pessoa normal, alguns até arriscam a dizer que é bonito por causa de sua bondade. Ele, como era de se esperar, está desesperado para encontrar a salvação para sua doença. Por causa de sua aparência, não consegue encontrar um emprego. Ele queria trabalhar com um rickshaw, mas ninguém quer lhe dar emprego porque poderia afugentar os clientes. Por causa da progressão da doença está se sentindo cada vez pior.
O jovem paquistanês acreditava que o crescimento havia cessado quando tinha 18 anos e quando seu caso foi divulgado na imprensa mundial. Mas, tão logo os repórteres perderam o interesse em seu caso, notou claramente que havia parado apenas parcialmente. Seus membros e cabeça continuam crescendo sem parar.
Na literatura médica é possível encontrar descrições dos 120 casos desta doença  no mundo, todos -para a tristeza de Sain- sem cura. De acordo com especialistas, é a mesma síndrome que atormentou na época do famoso homem-elefante Joseph Merrick, cuja história foi contada no filme cult “O Homem Elefante”, do diretor americano de cinema David Lynch, que permite ao espectador acompanhar de forma angustiante as mudanças graduais na aparência que o paciente desta doença experimenta.
Quando a doença começou a aparecer mais e mais, a família simples e amigos tentaram animar com muita dificuldade para tirá-lo do marasmo. Ele acreditava, depois de ouvir na rua, que sua doença revelava uma forma de punição.
- “Já aconteceu muitas vezes das pessoas, diante de minha presença na rua, saírem correndo assustadas. Mas agora quase todos me conhecem e param para falar comigo, para saber como estou e isto é muito bom”, diz Sain.
Ele e seus pais esperam que o diagnóstico de “Síndrome de Proteus” esteja errado e torcem para que ele sofra de outra doença ainda desconhecida e tratável. Entre os sonhos do gigante, hoje já, feliz é possível destacar:
- “Espero encontrar um médico que possa me curar, vou ser normal e encontrar uma mulher que me ame para sempre”.
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