quarta-feira, 31 de maio de 2017

Aprenda a desmascarar um mentiroso



Se “mentira tem perna curta”, como diz o ditado, com essas dicas, vai ser mais curta ainda. Normalmente, detetives e investigadores têm algumas artimanhas que ajudam a identificar um mentiroso.
O polígrafo, por exemplo, é um aparelho que serve como detector de mentiras. Ele mede a pressão arterial, temperatura do corpo e a dilatação da pupila, por exemplo, e, com base em uma série de fatores, ele aponta se o que o indivíduo disse é mentira ou não.
Mas, você não pode sair com um polígrafo por aí, né? Por isso, a Líder Detetives, empresa que atua em São Paulo, preparou algumas dicas que pode ajudar a desmascarar um mentiroso! Com elas, você vai logo saber se seus amigos, namorados ou familiares estão criando mentirinhas para se safar de algo! Confira: 
FONTE(S) 

Descubra 4 curiosidades que você talvez desconheça sobre os cravos



Quem nunca espremeu um — ou muitos! — cravos, especialmente durante a adolescência? Mas o que você sabe sobre esses pontinhos brancos ou negros, além do fato de eles serem persistentes, ligeiramente desagradáveis e insistirem em aparecer na pele? O pessoal do site Mental_Floss conversou com a dermatologista Sandra Lee, que se tornou uma celebridade após começar a postar vídeos removendo cravos e espinhas no YouTube, para tirar dúvidas, e você pode conferir algumas curiosidades a seguir:

1 – Nome científico

Segundo Sandra, embora todo mundo conheça os pontinhos como cravos, os termos médicos usados em referência a eles são “comedão aberto”, no caso dos pontos negros, e “comedão fechado”, no caso dos brancos. A palavra comedão, aliás, tem sua origem no vocábulo em latim comedere, que significa “comer”, e era usada antigamente para designar vermes parasitas.
Na imagem acima, da esquerda para a direita: poro normal, comedão fechado e comedão aberto
Quem decidiu aplicar o termo para nomear os cravos foi um cara chamado C. H. Fagge que, em 1866, descreveu os pontos negros como uma “massa pastosa e amarelada, com a ponta negra e parecida com um verme que, em algumas pessoas, pode ser expelida dos folículos pilosos quando pressionada”.

2 – Os pontos não tem a ver com sujeira

De acordo com Sandra, os cravos nada mais são do que poros cheios de material. Mas, apesar de muita gente sentir nojinho deles e pensar que eles sejam bichinhos ou compostos por sujeira, a dermatologista explicou que os comedões são formados por minúsculos fragmentos de pele e sebo que vão se acumulando no poro.
Os cravos não são bichinhos nem sujeira
No caso dos comedões abertos, eles ficam pretinhos porque sofrem oxidação em contanto com o ar, enquanto que os fechados, por estarem cobertos por uma fina camada de pele, permanecem brancos. A especialista também explicou que, quando esse ambiente se torna propício para a proliferação de bactérias, como a Propionibacterium acnes, por exemplo, pode acontecer de a acne aparecer.

3 – O Sol pode estimular seu surgimento

Conforme explicou Sandra, basicamente, existem duas categorias de cravos, os que são provocados pela acne durante a adolescência e que geralmente aparecem na testa, nariz e queixos, e os que aparecem devido à exposição ao Sol.
A exposição ao Sol pode fazer com que eles surjam
Os do segundo tipo costumam surgir em pessoas mais velhas, são resultado de anos e anos da ação dos raios solares sobre a pele e frequentemente aparecem próximo a pelos e cabelos e nas imediações dos olhos. Só a título de curiosidade, as grandes concentrações de cravos são conhecidas como Síndrome de Favre-Racouchot e, como eles se acumulam em peles menos firmes e são de maior tamanho, são bem fáceis de remover.

4 – Existem lugares à prova de cravos

Aqui eles não aparecem
Apesar de os cravos serem inoportunos e aparecerem inclusive em locais pouco visíveis e acessíveis do nosso corpo — como o meio das costas e a região genital —, é necessário que haja um folículo piloso para que eles se desenvolvam. Portanto, as áreas do corpo desprovidas de pelos, como é o caso das plantas dos pés e as palmas das mãos, são à prova de cravos.

FONTE:http://www.megacurioso.com.br/saude-e-beleza/102754-descubra-4-curiosidades-que-voce-talvez-desconheca-sobre-os-cravos.htm?utm_source=megacurioso.com.br&utm_medium=internas&utm_campaign=ultimasnoticias

X-Men da vida real: 5 mutações genéticas que podem gerar 'superpoderes'

1. Sprint turbinado

O gene ACTN3 está presente em todo mundo, mas nem todos possuem uma qualificação a mais para os esportes por conta dele. Acontece que alguns indivíduos possuem uma variante desse gene que produz a proteína alfa actinina 3, que controla os músculos usados em contrações rápidos, como os usados em levantamento de peso, por exemplo.

2. Sono? Nunca!

Reza a lenda que precisamos dormir 8 horas por dia para recuperarmos nossa energia, mas e se algumas pessoas pudessem fazer isso na metade do tempo? Isso realmente existe e está associado a mutações no gene hDEC2. Outros genes podem estar envolvidos nessa “disfunção”, mas ainda precisam ser identificados.

3. Paladar apurado

O gene TAS2E38 é o responsável por identificarmos o sabor amargo dos alimentos. Entretanto, cerca de 25% da população possui uma alteração genética que acentua esse e outros sabores, transformando as pessoas em “superdegustadoras”. Elas são mais propensas a abusar do açúcar em comidas ou bebidas amargas, como o café, e também costumam evitar mais facilmente os alimentos gordurosos.

4. Ossos de titânio

Você já deve ter ouvido falar de pessoas com ossos de vidro, isto é, ossos extremamente frágeis e que quebram facilmente. Isso acontece por mutações no gene LRP5, que podem, também, ter o efeito oposto: uma parcela mínima da população possui uma densidade óssea muito alta, sendo praticamente inquebrável!

5. Colesterol sempre baixo

O colesterol alto pode trazer uma série de problemas para a nossa saúde, por isso temos que tomar muito cuidado com a alimentação e praticar exercício físico. Algumas pessoas, entretanto, não precisam se preocupar tanto assim: uma deficiência no gene responsável pela proteína CETP faz com que elas carreguem muito mais colesterol HDL – o bom – no corpo. O HDL consegue transportar o colesterol ruim para o fígado a fim de ele ser eliminado. Uma das consequências disso é a baixa incidência de problemas cardíacos em quem possui essa mutação.


FONTE(S) 



5 descobertas interessantes relacionadas com os corpos de Pompeia

Um dos famosos corpos de Pompeia
Pompeia permaneceu esquecida durante cerca de 1,6 mil anos sob mais de 6 metros de material, até o final do século 16, quando o arquiteto Domenico Fontana descobriu as ruínas. As escavações no local foram iniciadas no século 18, mas foi só a partir de 1860, quando o arqueólogo Giuseppe Fiorelli se tornou diretor das operações, que as descobertas começaram a ser devidamente documentadas.
Os corpos se desintegraram deixando cavidades nas cinzas
Aliás, foi Fiorelli quem percebeu que havia espaços entre as camadas de cinzas contendo ossos humanos — e que essas cavidades correspondiam aos vazios deixados depois que os cadáveres se desintegraram. Quer saber mais coisas interessantes sobre Pompeia e seus habitantes? Então confira as curiosidades que reunimos para você a seguir:

1 – Gesso e ossos

Conforme acabamos de comentar, Fiorelli percebeu que os espaços contendo ossos tinham sido criados pelos cadáveres dos antigos habitantes de Pompeia. O arqueólogo, então, desenvolveu a técnica de recriar as vítimas carbonizadas despejando gesso nesses “ocos”. Sendo assim, ao contrário do que muitas pessoas pensam, os corpos que podem ser vistos hoje em dia não são realmente os cadáveres das pessoas que faleceram durante a erupção.
Os ossos foram encapsulados pelo gesso
Outra crença comum é a de que esses “manequins” são compostos apenas por gesso. No entanto, quando esse material foi injetado nas cavidades — com o objetivo de preservar as vítimas como evidência arqueológica —, diversas delas ainda continham ossos e eles acabaram ficando encapsulados.

2 – Posições das vítimas

Quando os arqueólogos começaram a criar os modelos de gesso, eles perceberam que muitas das vítimas se encontravam em posição fetal — uma posição comum adotada por pessoas que morrem de asfixia. Com isso, uma das teorias iniciais sobre como os habitantes de Pompeia pereceram foi a de que muitos deviam ter sufocado com os gases superquentes que atingiram a cidade durante a erupção.
Fim trágico
Além disso, os arqueólogos argumentavam que muitos habitantes que buscaram refúgio em casas e edifícios morreram esmagados quando essas estruturas desmoronaram sob a chuva de rochas e cinzas. No entanto, hoje em dia os pesquisadores acreditam que, na verdade, o fim das vítimas foi muito mais rápido — mas não menos dramático!
Quando o Vesúvio entrou em erupção, além de cinzas e rochas, a cidade foi atingida pelo que os cientistas chamam de “explosão piroclástica”, isto é, por rajadas de gases superquentes que, ademais de matar as vítimas, fizeram com que seus músculos se contraíssem instantaneamente devido à desidratação extrema — daí a posição fetal de tantas delas. A existência de fissuras em muitos dos ossos (possivelmente provocadas pelo calor) apoia essa teoria, assim como o fato de inúmeros indivíduos terem sido encontrados em posições mais casuais.

3 – Cidade cosmopolita

Outra descoberta interessante relacionada com Pompeia é que, ao contrário do que muitos acreditavam, a população era bastante diversa. Um indivíduo em particular, batizado como “Celta da Gália” por conta de sua grande estatura e pela forma como estava vestido quando morreu, é um exemplo disso.
Variedade populacional
Na verdade, por muito tempo se debateu se esse homem não seria um escravo, uma vez que o Império Romano costumava escravizar seus inimigos. Contudo, durante o século 1, Pompeia era um importante polo comercial, e mercadores de todo o Mediterrâneo visitavam a cidade e inclusive chegaram a se mudar para lá.
Análises de DNA conduzidas nos ossos revelaram que a Pompeia abrigava pessoas da Gália, Grécia e outras regiões mediterrâneas, o que significava que ela era uma cidade bastante cosmopolita. Ademais, a localidade contava com uma respeitável comunidade de libretti, ou seja, de antigos escravos que ganharam a liberdade e ganhavam a vida por lá.

4 – Cotidiano na Antiguidade

Se por um lado os restos mortais descobertos em Pompeia revelaram muitos aspectos sobre como a população faleceu, as análises também permitiram que os cientistas descobrissem muitas coisas fascinantes sobre o cotidiano dessas pessoas. Os pesquisadores concluíram, por exemplo, que os habitantes eram, em média, mais altos do que os italianos que vivem em Nápoles hoje em dia.
Os habitantes tinham hábitos supersaudáveis
Os arqueólogos também descobriram que, embora exista a crença de que as pessoas do passado não viviam o suficiente, havia um bom número de indivíduos de meia-idade e idosos em Pompeia. Na realidade, a infância parecia ser a fase mais crítica, por conta de todas as doenças para as quais não existia remédio na época.
Mais descobertas interessantes sobre a população de Pompeia: a maioria tinha excelentes hábitos alimentares, costumava ter uma vida fisicamente ativa e apresentava dentes praticamente perfeitos e livres de cáries. Isso faz sentido, já que, na época, os alimentos processados ainda não existiam, e as dietas eram ricas em proteínas, frutas e fibras — e nada de açúcar —, sem falar que a proximidade do vulcão tornava os níveis de flúor no ar e na água mais altos.

5 – Verão ou outono?

De acordo com os relatos deixados por Plínio, o Jovem, a erupção que destruiu Pompeia teria acontecido em agosto do ano 79, isto é, em pleno verão europeu. No entanto, após examinar cuidadosamente as vítimas, os arqueólogos argumentam que, na realidade, a tragédia provocada pelo Monte Vesúvio pode ter acontecido no final do outono daquele fatídico ano.
A catástrofe pode ter acontecido em uma data diferente da que foi documentada
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão depois de analisar fibras de tecidos descobertos junto aos mortos e descobrir que se tratava de materiais bem mais grossos e pesados do que as pessoas usariam durante o calor do verão. Sendo assim, faz mais sentido que a erupção tenha acontecido mais para o final do ano, durante os meses mais frios, e não em agosto.


quarta-feira, 24 de maio de 2017



Revista Sexy Especial :: Mari Lopes

revista sexy especial mari lopes

Mari Lopes nua na Revista Sexy Especial de abril. A musa do Flamengo nos mostra como é fácil acabar com a rivalidade no mundo do futebol.

Essa gata é capaz de conquistar torcedores de qualquer time. A modelo Marianna Lopes, de 27 anos, é natural de Natal-RN e ficou famosa nas redes sociais por publicar fotos sensuais com camisetas do seu time do coração.
Haja coração! Confira as fotos desse mulherão:
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
Mulher bonita é aqui! Siga o perfil mais sexy do Instagram.
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
revista sexy especial mari lopes
fonte:http://www.seujeca.com/revista-sexy-especial-mari-lopes/

sexta-feira, 19 de maio de 2017



O que aconteceria com a Terra se fosse atingida por uma tempestade solar?


Quando se pensa em tempestade solar logo se imagina vários meteoros caindo do céu, bolas de fogo sobre a Terra e pessoas correndo desesperadas. Porém, a tempestade solar não passa de uma pertubação temporária da magnetosfera terrestre causada por uma onda de choque do vento solar que interage com o campo magnético da Terra.
Essas descargas magnéticas geram radiações e liberam partículas e gases de temperaturas elevadas. Quando essas tempestades se movem em direção à Terra podem fazer com que os satélites e redes elétricas fiquem comprometidos, provocar várias consequências para o meio ambiente, como furacões, terremotos e tornados. Além disso, é possível que o comportamento de alguns animais se  alterem.
Essas tempestades solares são capazes de produzir ondas que alcançam 6 milhões de quilômetros por hora. Elas podem chegar a Terra em diferentes intensidades e são classificadas como A, B e C de acordo com a força, M é categorizada como moderada e X para as mais fortes.
Um estudo realizado pela Nasa sobre a tempestade solar afirma que o fenômeno pode influenciar campos magnéticos e também influenciar o senso de direção da baleias, golfinhos e de outros animais marinhos que contam com ajuda de bússolas internas para se locomoverem. Isso justificaria os diversos casos de baleias encalhadas no mundo.
Nos dias de hoje, se uma tempestade solar acontecesse poderia atingir todo o sistema de distribuição de energia do mundo. Isso significa que milhões de pessoas ficariam sem energia elétrica e teriam que dar adeus a Internet, água quente, abastecimento de água, alimentos perecíveis, tecnologia como GPS e aparelhos celulares e tirar dinheiro de caixa eletrônico. Esses efeitos poderiam durar anos e o custo econômico ultrapassaria R$ 2 trilhões.
Outra coisa que poderia acontecer no caso de ocorrer uma tempestade solar seria a interrupção nos sinais de rádio entre a Terra e os satélites em órbita A comunicação de aviões voando sobre os polo poderiam serem cortadas, por exemplo. Além disso, alguns animais poderiam ser extintos, como as baleias e golfinhos.
Caso Carrington
Em 1859 uma tempestade solar atingiu a Terra e provocou um colapso nos serviços telegráficos, esse fato ficou conhecido como Carrington em homenagem a Richard Carrington, o astrônomo inglês que viu o sol incendiar-se com seus próprios olhos. Se isso acontecesse nos dias de hoje, onde a energia elétrica é mais utilizada, os estragos poderiam ser ainda maiores.
De acordo com a Nasa, nenhuma tempestade solar já atingiu uma missão tripulada no espaço. Porém, em 1972 durante a missão Apollo 16 e 17, a Nasa registrou diversas rajadas solares que poderiam matar um ser humano desprotegido.
fonte:http://www.fatosdesconhecidos.com.br/o-que-aconteceria-com-terra-se-fosse-atingida-por-uma-tempestade-solar/

Mulher quebra o pescoço duas vezes em 6 anos: uma rindo e outra espirrando


Desgraça pouca é bobagem na vida de Monique Jeffrey, da Austrália: em 2011, ela estava deitada na cama, lendo e-mails, quando espirrou e quebrou o pescoço, na altura das vértebras C1 e C2. A situação era muito, muito, MUITO inusitada e dificilmente aconteceria de novo. Mas estamos falando de Monique Jeffrey, a Joseph Climber australiana, e ela quebrou o pescoço DE NOVO, em mais um acidente bizarro.
No mês passado, ela estava no trabalho, com um torcicolo bem desconfortável. Seus colegas estavam fazendo piadas sobre o que ela teria feito para conseguir essa dorzinha quando o inesperado aconteceu: Monique dobrou o pescoço para trás durante uma gargalhada e novamente “ganhou” uma fratura.
A vida é mesmo uma caixinha de surpresas: Monique agora está internada para a recuperação
Ela se lembrou do acidente anterior e manteve a calma – mesmo não conseguindo mais mover o pescoço depois de quebrá-lo pela segunda vez. Na primeira ocasião, ela usou um imobilizador por 14 semanas, só que agora a situação foi um pouco mais bizarra, e a mulher está usando um dispositivo complexo, aparafusado a seu crânio, para nenhum movimento atrapalhar a recuperação.
Um terceiro acidente do tipo não está mais descartado, principalmente pelo fato de Monique ter tido duas fraturas em um intervalo de pouco mais de cinco anos. Após o período com o equipamento na cabeça, ela vai precisar fazer fisioterapia para fortalecer os músculos do pescoço, e os médicos ainda não descartam uma cirurgia para fundir as vértebras C1 e C2 para tentar evitar que novamente causem alguma fratura.
Monique não perdeu o bom humor apesar da situação em que se encontra
FONTE(S) 


Os carros mais econômicos do Brasil em 2017

Os carros mais econômicos do Brasil em 2017
Como é de costume no mês de abril, o Conpet, programa oficial do governo que mede o consumo de combustível dos automóveis comercializados no Brasil, divulga a lista dos carros mais econômicos que se pode comprar por aqui. E nós vamos mostrar quais são eles!
No ano passado, a lista do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) incluiu 795 modelos. Neste ano, o número aumentou: são nada menos que 864 modelos, distribuídos em 33 fabricantes distintas, entre nacionais e importados, divididos em categorias de acordo com o tamanho. É muito carro e, por isso, vamos nos ater aos três mais econômicos – e os três mais beberrões – de cada categoria.
Consideramos, mais uma vez, os carros mais econômicos em números absolutos, considerando a média de consumo na cidade e na estrada (desta vez, o Conpet não forneceu os dados de consumo combinado). Vale frisar que as categorias não respeitam critérios muito definidos quanto ao deslocamento do motor, sua eficiência energética e o tamanho do carro. Com isto, alguns posicionamentos podem soar meio estranhos – por exemplo, o sedã popular Chevrolet Prisma na mesma categoria do híbrido Prius, a dos médios; ou o Fiat Novo Uno Way no meio dos utilitários esportivos compactos.
Com isto em mente, vamos lá?

Compacto

peugeot_208_24_1
1º – Peugeot 208 1.2 12v: 16,9 km/l (estrada) / 15,1 km/l (cidade)
2º – Citroën C3 1.2 12v: 16,6 km/l (estrada) / 14,8 km/l (cidade)
3º – Ford Ka SE 1.0 12v: 15,7 km/l (estrada) / 13,5 km/l (cidade)
Os motores de três cilindros dominam a categoria dos compactos. O motor de 1,2 litro do Grupo PSA responde pelas duas primeiras posições, cumprindo a promessa de ser o mais econômico da categoria.

Médio

autowp_1086928178
1º – Toyota Prius 1.8 16v: 17 km/l (estrada) / 18,9 km/l (cidade)
2º – Lexus CT200H 1.8 16v: 14,2 km/l (estrada) / 15,7 km/l (cidade)
3º – Chevrolet Prisma 1.0 8v: 15,8 km/l (estrada) / 13,1 km/l (cidade)
Um exemplo da imprecisão na hora de definir as categorias é a categoria dos médios: o Toyota Prius e o Lexus CT200H são híbridos importados de alta tecnologia, em um patamar completamente diferente do terceiro colocado, um sedã compacto nacional com motor naturalmente aspirado.

Grande

civic-10 (21)
1º – Honda Civic 1.5 turbo 16v: 14,4 km/l (estrada) / 11,8 km/l (cidade)
2º – Audi A3 Sedan 1.4 turbo 16v: 14,2 km/l (estrada) / 11,7 km/l (cidade)
3º – Chevrolet Cruze turbo 1.4 16v: 14,0 km/l (estrada) / 11,2 km/l (cidade)
A modernização dos sedãs médios, com motores menores e turbinados, deu resultado: os quatro-cilindros de baixo deslocamento vieram mesmo para ficar, deixando os naturalmente aspirados com as últimas posições.

Carga derivado

chevrolet_montana_sport
1º – Chevrolet Montana LS1 1.4 8v: 13,4 km/l (estrada) / 11,7 km/l (cidade)
2º – Chevrolet Montana Sport 1.4 8v: 12,6 km/l (estrada) / 11,3 km/l (cidade)
3º – Volkswagen Saveiro CE 1.6 8v: 12,8 km/l (estrada) 10,9 km/l (cidade)
Sem muita novidade aqui: as picapes compactas (ou “veículos de carga derivados de automóveis”, para o Conpet) seguem com motores de quatro cilindros com cabeçote de oito válvulas e, pelo menor deslocamento, o 1.4 da Chevrolet bebe menos.

Comercial

mercedes-benz_vito_tourer_base_1
1º – Mercedes-Benz Vito 111 CDI 1.6 turbodiesel 16v: 14,0 km/l (estrada) / 10,1 km/l (cidade)
2º – Renault Kangoo Express 1.6 16v: 10,9 km/l (estrada) / 10,4 km/l (cidade)
3º – Kia K2500 LD 2.5 turbodiesel 16v: 8,6 km/l (estrada) / 9,8 km/l (cidade)
Com seu motor de injeção direta, o Mercedes-Benz Vito é bem mais econômico que o segundo e o terceiro colocados no ranking – o Renault Kangoo, com motor a gasolina, e o Kia Bongo 2500, com um motor maior e de concepção mais antiga.

Minivan

chevrolet_spin_advantage_5
1º – Chevrolet Spin 1.8 8v manual: 13,7 km/l (estrada) / 11,8 km/l (cidade)
2º – Chevrolet Spin 1.8 8v automática: 13,1 km/l (estrada) / 10,9 km/l (cidade)
3º – Citroën Grand C4 Picasso 1.6 turbo 16v: 12,0 km/l (estrada) / 9,9 km/l (cidade)
O Citroen Grand C4 Picasso usa o motor Prince do grupo PSA, desenvolvido em parceria com a BMW, mas o fato de ser um carro maior e mais pesado aumentou um pouco o consumo e, por isso, a minivan francesa gasta mais do que a Chevrolet Spin, que tem motor 1.8 naturalmente aspirado de 8 válvulas.

Fora de Estrada

land_rover_range_rover_evoque_28
1º – Land Rover Evoque 2.0 turbodiesel 16v: 15,8 km/l (estrada) / 11,9 km/l (cidade)
2º – Mitsubishi Outlander 2.3 turbodiesel 16v: 13,7 km/l (estrada) / 10,8 km/l (cidade)
3º – Land Rover Discovery Sport 2.0 turbodiesel 16v: 13,0 km/l (estrada) / 10,9 km/l (cidade)
Sem novidades aqui: SUVs com motores turbodiesel são os mais econômicos entre os off-roaders. O Evoque, mais leve dos três primeiros colocados, leva uma vantagem perceptível.

Esportivo

mini_cooper_s_19
1º – Mini Cooper 2.0 turbo 16v: 14,0 km/l (estrada) / 11,1 km/l (cidade)
2º – BMW i8 1.5 turbo 12v: 13,6 km/l (estrada) / 11,3 km/l (cidade)
3º – Mini John Cooper Works 2.0 turbo 16v: 13,2 km/l (estrada) / 10,6 km/l (cidade)
Além do motor menor, o BMW i8 tem tecnologia híbrida e bebe menos na cidade. Mas o Mini Cooper, com seus 14 km/l e motor 2.0 turbo, consegue superá-lo nos decimais: na média geral, é 0,2 km/l mais econômico. A tabela não leva isto em consideração.

Extra Grande

ford_fusion_56
1º – Ford Fusion Hybrid 2.0 16v: 15,1 km/l (estrada) / 16,8 km/l (cidade)
2º – Audi A4 sedan 2.0 turbo 16v: 14,3 km/l (estrada) / 11,0 km/l (cidade)
3º – Audi A4 Avant 2.0 turbo 16v: 13,5 km/l (estrada) / 10,5 km/l (cidade)
O Fusion é definitivamente um carro maior que o A4, mas ambos estão na mesma categoria. E, com seu conjunto híbrido que prioriza o motor elétrico em baixa velocidade, seu consumo na cidade é bem menor.

Subcompacto

volkswagen_up_connect_33
1º – Volkswagen Up TSI 1.0 turbo 12v manual: 16,1 km/l (estrada) / 13,8 km/l (cidade)
2º – Volkswagen Up 1.0 12v i-Motion: 15,8 km/l (estrada) / 14,0 km/l (cidade)
3º – Volkswagen Up 1.0 12v manual: 14,8 km/l (estrada) / 13,7 km/l (cidade)
O três-cilindros da Volkswagen, naturalmente, rende mais e consome menos com o turbocompressor, mas a diferença não é tão grande – mais uma evidência de que os três-cilindros modernos são o futuro neste segmento.

Utilitário Esportivo Compacto

fiat_uno_way_44
1º – Novo Uno Way 1.3 8v manual: 14,0 km/l (estrada) / 12,9 km/l (cidade)
2º – Novo Uno Way Dualogic 1.3 8v automatizado: 13,7 km/l (estrada) / 13,2 km/l (cidade)
3º – Peugeot 2008 1.6 turbo 16v: 13,5 km/l (estrada) / 12,5 km/l (cidade)
Uma das categorias mais bizarras, com representantes de todos os espectros do mercado automotivo. O Uno Way com motor Firefly, um compacto aventureiro, evidentemente seria mais econômico do que um crossover mais pesado – e temos de observar que a diferença é pouca.

Utilitário Esportivo Grande

volvo-xc90-juliano-barata-flatout-13
1º – Volvo XC90 T8 2.0 16v: 15,8 km/l (estrada) / 15,3 km/l (cidade)
2º – Porsche Cayenne 3.0 turbo 24v: 12,2 km/l (estrada) / 12,1 km/l (cidade)
3º – Subaru Forester 2.0 16v: 14,4 km/l (estrada) / 10,0 km/l (cidade)
O motor 2.0 turbo do Volvo XC90 mostra a que veio em termos de economia, superando de longe o boxer do Subaru, também com quatro cilindros e dois litros, porém naturalmente aspirado.

Micro Compacto

FIAT_MOBI_LIKEON_001
1º – Fiat Mobi Easy 1.0 8v:  15,2 km/l (estrada) / 13,5 km/l (cidade)
2º – Fiat Mobi Easy On 1.0 8v: 14,3 km/l (estrada) / 12,7 km/l (cidade)
3º – Fiat Mobi Way 1.0 8v: 14,2 km/l (estrada) / 12,6 km/l (cidade)
Pequeno e leve, o Mobi com motor 1.0 8v foi o mais econômico dos microcompactos, superando Chery QQ e Kia Picanto.
fonte:https://www.flatout.com.br/os-carros-mais-economicos-do-brasil-em-2017/

Revista Sexy Junho 2017 :: Mulher Melão Pode chamá-la de  Mulher Melão , Renata Frisson ou funkeira mais SEXY do Brasil. Ela volta...