quinta-feira, 30 de março de 2017


O misterioso caso do desaparecimento de dedos do cadáver de Galileu Galilei

Galileu Galilei (1564-1642) foi um dos maiores gênios da humanidade, tendo desenvolvido as teorias do heliocentrismo, do movimento uniformemente acelerado e do movimento do pêndulo, além de estudar a lei dos corpos, o princípio da inércia e o telescópio refrator, entre muitos outros avanços científicos.
Porém, nem sempre ele foi popular. Antes de morrer, Galileu foi declarado herege e inimigo da igreja, tanto que seu corpo foi proibido de ser enterrado na Basílica de Santa Cruz, na Itália, onde estavam seu pai e outros antepassados, além de figuras como Michelangelo, Maquiavel, Foscolo e Rossini.
O corpo de Galileu acabou sendo enterrado em uma pequena capela ao lado da basílica e lá permaneceu por quase 100 anos, até que a igreja reconheceu que havia errado em sua condenação e ordenou a troca de túmulo. Acontece que nesse período emergiu Isaac Newton, que comprovou as teorias de Galileu e fez com que a igreja se curvasse em prol do cientista.
Galileu Galilei foi considerado herege e proibido de ser enterrado em basílica

Sumiço de partes e reaparecimento em leilão

Galileu morreu em 1642, e o reconhecimento da igreja aconteceu em 1718. Porém, seu corpo só foi exumado e transferido em 1737, com enormes honrarias. Nessa época, ele já era idolatrado, e muitas pessoas queriam guardar um pedacinho seu como lembrança. Antes do enterro na basílica, 3 dedos, 1 dente e 1 vértebra foram surripiados de seu cadáver.
A vértebra foi enviada à Universidade de Pádua, já que Galileu lecionou por muitos anos nessa instituição. Entretanto, os dedos e o dente foram passados de colecionador a colecionador, sempre na surdina, até desaparecerem completamente no ano de 1905.
Em 2009, a história ganha novos contornos: essas partes reapareceram em um leilão junto com outras relíquias religiosas, que estavam guardadinhas em uma caixa de madeira datada do século 17. Os objetos não estavam identificados como sendo de Galileu, tanto que o renomado colecionador italiano Alberto Bruschi arrematou o lote sem saber do que se tratava.
Atual túmulo de Galileu na Basílica de Santa Cruz

Exposição

Bruschi, entretanto, notou que a tal caixa estava adornada com um busto de Galileu e resolveu investigar. Ele descobriu a história dos pedaços desaparecidos do corpo e resolveu contatar o Museu Galileu, de Florença, para saber se por acaso essas partes não tinham caído em seu colo sem querer.
Testes e estudos comprovaram que realmente os dedos e o dente pertenciam ao cadáver de Galileu, por isso Bruschi entregou os artefatos ao museu. Hoje em dia, ao visitar local, você é recebido por um singelo dedo do meio mumificado do genial cientista. Ele fica exposto dentro de uma espécie de ovo de vidro, junto com outros artefatos que pertenceram a Galileu. Bizarro, hein?
Dedo médio está exposto em museu

25 doces que marcaram a infância de muita gente


1. Quem aí se lembra dos polêmicos cigarrinhos de chocolate?

2. Biscoito ou bolacha, não importa: Fofy era bom demais!

3. Esse é outro doce que tem mais de um nome: em alguns lugares é sacolé, em outros é geladinho

4. Você colecionava os cartões com fotos de animais que vinham no chocolate Surpresa?

5. Açúcar + uma quantidade considerável de baba de criança = Push Pop!

6. O Pirocóptero também foi um pirulito que fez o maior sucesso entre a criançada!

7. Os bombons Personalidades Garoto marcaram a década de 1990

8. Falando em chocolate, bons tempos quando você podia comprar um Kinder Ovo sem parcelar em 12x no cartão!

9. A regra era clara: comer primeiro a moldura e, por último, o chocolate branco

10. A Tortuguita também não podia ser comida de qualquer jeito!

11. Os fãs de Spice Girls adoravam esses pirulitos da girl band

12. E você com certeza comeu muito Vita-C achando que estava fazendo um favor para a sua saúde

13. Qualquer mercadinho de respeito tinha esse pirulito de chupeta à venda

14. Era fácil acabar com uma embalagem de Huevitos em minutos

15. Igualmente viciante, o doce de leite em sachê só não era perfeito porque você podia acabar comendo o plástico ao abrir a embalagem

16. Morango ou uva? O chocolate Mania, da Garoto, era para quem curtia um doce bem doce!

17. Que dinheiro o que, você era rico de moedinhas de chocolate!

18. O doce sabor da explosão...

19. Alfajor da Turma da Mônica tem um gostinho de infância até hoje

20. Quem já comeu essas pastilhas imaginando que eram remédios?

21. Falando em remédio, esses chicletes na embalagem de band-aid também tinham seu charme!

22. A embalagem da bala de morango é tão bonitinha que volta e meia era usada em artesanatos!

23. Já as polêmicas balas Soft tiveram que mudar o formato. Por serem escorregadias, algumas crianças se engasgaram com o doce

24. Os guarda-chuvas de chocolate eram gostosos ou a gente só comia por causa do formato? Jamais saberemos!

25. Mocinha, o Leite Moça da moçadinha, deixou muita saudade!



Sharknado: após ciclone, tubarão é encontrado em estrada na Austrália


Em 2013, Hollywood nos brindou com uma pérola sem tamanho: “Sharknado”. O filme mostra o que aconteceria se um furacão carregasse um monte de tubarões para o meio da cidade. O que parecia ser apenas história de ficção acaba de acontecer na vida real. E o país para esse evento insólito não poderia ser outro que não a Austrália.
O ciclone Debbie, que atingiu a costa do país por volta do meio-dia (hora local) da última terça-feira (28), causou uma série de estragos e obrigou a evacuação de 30 mil pessoas das regiões mais atingidas. Felizmente, até agora, nenhuma morte humana foi registrada durante os fortes ventos que chegaram a 270 km/h.

Porém, não podemos dizer o mesmo de um tubarão-cabeça-chata, que foi encontrado sem vida por bombeiros nas proximidades da cidade de Ayr, no nordeste do país. Ele media 1,5 metro de comprimento e deve ter sido arrastado até o local devido à enchente que atingiu o país com a passagem do Debbie.
Animal foi parar em uma estrada após passagem de ciclone
Essa espécie nada em águas rasas e mornas de praticamente todo o planeta, por vezes adentrando rios – acredita-se, inclusive, que ele estivesse em algum riacho antes de ser levado para a estrada. Cerca de 1 hora antes das fotos serem tiradas uma pequena enchente foi detectada no rio Burdekin, que fica próximo de onde o animal foi achado.
Os bombeiros desconfiam que o tubarão tentou fugir da tormenta nadando para o rio, mas acabou sendo surpreendido pela enchente. Um casal de moradores chegou com uma faca e conseguiu arrancar um dos dentes do bicho para guardar como souvenir, antes que os bombeiros tirassem o animal da via. Coisas que só acontecem na Austrália, né?
E você duvidou que isso pudesse acontecer...

FONTE(S) 

quarta-feira, 29 de março de 2017


O curioso caso das pessoas que viraram múmias de sabão


Você já deve ter ouvido falar que, em determinadas circunstâncias, durante a decomposição, alguns corpos humanos não se degradam completamente, passando por um processo conhecido como adipocere — ou saponificação. Quando isso ocorre, em vez de os cadáveres se deteriorarem até que não reste mais nada além dos ossos, uma camada de um material semelhante à cera se forma, atuando como uma espécie de conservante natural.
A adipocere costuma se desenvolver em corpos cuja gordura é exposta à ação de bactérias anaeróbias em ambientes úmidos, quentes e alcalinos. Quando ela começa a se formar, a cera apresenta uma consistência suave e oleosa e coloração acinzentada. Além disso, com o passar tempo, essa substância começa a endurecer e a ficar quebradiça.

Múmias de sabão

Catacumbas de Paris
No entanto, o mais curioso é que a saponificação encapsula os corpos e freia o processo de decomposição, transformando os cadáveres em espécies de “múmias de sabão”. E, de acordo com o pessoal do portal Strange Remains, várias dessas múmias já foram descobertas pelo mundo.
Segundo a publicação, entre os anos de 1786 e 1787, os corpos do Cimetière des Saints-Innocents foram exumados para que os ossos fossem transferidos para o local que hoje é conhecido como as “Catacumbas de Paris”. Pois, durante os trabalhos, os cientistas Thouret e Fourcroy supervisionaram a remoção dos cadáveres enquanto estudavam sua decomposição, descobrindo vários corpos de crianças cobertos por uma substância parecida com cera.

Decomposição freada

Outro exemplo interessante é o de um homem e uma mulher que foram exumados no século 19, na Filadélfia. As duas múmias se formaram devido à água que se infiltrou em seus caixões, transformando a gordura em adipocere. No caso da mulher, os pesquisadores acreditavam que ela havia falecido durante uma epidemia de febre amarela que atingiu a região em 1792, e que ela tinha por volta de 40 anos quando morreu.
Mas exames de raios X realizados na década de 80 revelaram que a mulher provavelmente era mais jovem — cerca de vinte e poucos anos —, e ela usava peças de roupa que só começaram a ser fabricadas após o ano de 1830, indicando que o sepultamento ocorreu décadas depois do que se pensava. Atualmente, a “mulher de sabão”, como é conhecida, faz parte da coleção do Museu Mutterde Filadélfia, e você pode conferir como ela é fotogênica abaixo:
Já no caso do homem — que também ficou conhecido como “homem de sabão” —, análises realizadas no corpo revelaram que ele provavelmente morreu entre os anos de 1800 e 1810, com cerca de 40 anos de idade. E, assim como a mulher de sabão, a múmia do homem se encontra em exposição no Museu Nacional de História Natural de Washington, e você pode vê-lo a seguir, ainda usando as meias com as quais ele foi enterrado:

O misterioso Brienzi

Segundo o pessoal do Strange Remains, um dos casos mais bizarros de saponificação é o de “Brienzi”, um corpo decapitado e completamente envolto em adipocere descoberto no Lago de Brienz, na Suíça, em 1996. Durante vários anos, os cientistas quebraram a cabeça para tentar descobrir a identidade da múmia de sabão sem cabeça, e os resultados das investigações só foram revelados em 2011!
De acordo com pesquisadores da Universidade de Zurique, Brienzi foi um homem que se afogou no local durante o século 18, e, após ele morrer, seu corpo acabou indo parar no fundo do lago. Com o tempo, o defunto foi sendo coberto por sedimentos, permitindo que a adipocere se formasse e preservasse o torso de Brienzi.
Entretanto, apesar do fascínio que esses corpos saponificados despertam, eles também podem causar um bocado de dor de cabeça. De acordo com o Strange Remains, alguns cemitérios costumam remover as ossadas de antigos ocupantes para reaproveitar as covas, e essa prática é relativamente comum na Alemanha.
Pois devido às condições do solo de vários cemitérios alemães, quando os cadáveres começaram a ser exumados — após um período entre 15 e 25 anos, quando eles já deveriam estar completamente decompostos —, os funcionários descobriram que muitos haviam se transformado em múmias de sabão. E, para contornar o problema, os cemitérios tiveram que investir um bocado de dinheiro em câmaras funerárias e no recondicionamento do solo.
FONTE(S)

7 questões curiosas — e aleatórias — relacionadas ao espaço

1 – É verdade que os gritos não podem ser ouvidos no espaço?

O som não se propaga no vácuo
O som que nós ouvimos são, basicamente, ondas sonoras que vibram através do ar e chegam aos nossos ouvidos. No entanto, como no espaço não existe “ar”, o som não tem um meio pelo qual se propagar, portanto, se alguém se perder pelos cosmos e tentar gritar, ninguém vai ouvir nada. Por outro lado, no caso dos astronautas que precisam se comunicar no espaço, eles lançam mão das ondas de rádio — que podem se propagar no vácuo.






2 – Por que o espaço é escuro?
Basicamente? Porque ele é vazio!
A escuridão (geralmente) representa a ausência de luz, certo? O espaço é escuro porque a maior parte dele é vazia, completamente desprovida de corpos que emitam ou reflitam a luz. Também pode acontecer de estarmos observando determinado ponto no cosmos e as fontes luminosas desse local específico emitirem a luz em um comprimento de onda que não é visível aos olhos humanos ou, ainda, de esses astros estarem muito, muito distantes e a luz emitida por eles não ter chegado até nós ainda ou chegar fraquinha demais para ser percebida.

3 – Os astronautas usam fraldas?

Usam sim, embora elas tenham um nome difícil
Durante os lançamentos e reentradas na Terra, assim como quando os astronautas deixam o interior das naves — ou da Estação Espacial Internacional —, se a natureza chamar, eles não podem simplesmente baixar as calças e ir ali no cantinho para se aliviar. Então, as roupas espaciais são equipadas com o Maximum Absorbency Garment (Peça de Máxima Absorção em tradução livre), que, basicamente, é um fraldão com nome complicado.

4 – O que acontece quando alguém solta pum?

Na ausência de gravidade para atrair o ar mais pesado ou de atmosfera e, portanto, de correntes de ar e vento para transportar os gases, quando os astronautas soltam pum, as flatulências não têm muito para onde ir.
Os gases não vão a lugar nenhum
Por sorte, as roupas espaciais são equipadas com um dispositivo chamado LiOH que filtra gases como o dióxido de carbono e o metano, o que ajuda a dissipar o inconveniente. Além disso, o pessoal que habita a Estação Espacial Internacional costuma direcionar os puns para áreas menos utilizadas para, assim, poupar os demais membros da tripulação.

5 – Existem satélites espiões em órbita?

Os japoneses lançaram um esses dias!
Ô se existem! Um exemplo desses equipamentos é o Radar 5, que faz parte do sistema de defesa japonês e foi lançado em órbita há alguns dias com a missão de monitorar o que os norte-coreanos andam aprontando.

6 – Qual é a temperatura no espaço?

Na verdade, isso vai depender de onde a temperatura é medida. Nas proximidades de estrelas, elas serão escaldantes, evidentemente, podendo inclusive bater os milhões de graus Célsius. Por outro lado, na superfície de planetas e corpos celestes que se encontram distantes demais de suas estrelas ou que não recebem qualquer luz solar, as temperaturas podem ser congelantes — como é o caso de Netuno, com seus -235 °C.
Depende de onde ela é medida
Já na Estação Espacial Internacional, por exemplo, se não existissem mecanismos de controle térmico, a temperatura na face que fica voltada para o Sol poderia chegar a calorosos 120 °C, aproximadamente, enquanto que na outra face, a que nunca recebe luz solar, ela seria de quase -160 °C. Assim, a temperatura no espaço pode atingir extremos para os padrões humanos.

7 – As galáxias são mesmo do jeito que vemos nas imagens que vemos por aí?

Na verdade, não! Não a olho nu, pelo menos. As imagens de tirar o fôlego de planetas, galáxias, constelações, nebulosas etc. geralmente emitem a luz em comprimentos de onda que não visíveis aos olhos humanos e, portanto, são processadas de forma que possamos vê-las em todo seu esplendor.
Nem tudo é o que parece
Sem falar que quase sempre as cores são editadas para que as imagens fiquem com um ar mais artístico. Não que o espaço não seja deslumbrante — são apenas os nossos olhos que não conseguem enxergar todas as suas belezas.

Revista Sexy Especial :: Mari Lopes Mari Lopes  nua na Revista Sexy Especial de abril. A musa do Flamengo nos mostra como é fácil ...